Para o presidente da Câmara Municipal de Goiânia, Andrey Azeredo (MDB), a obrigação de aplicar a data base é “relativa” e as razões do Paço para vetar o pagamento do retroativo são “bastante elucidativas”. “O prefeito reconhece que a questão é importante, tanto é que apresentou a data base dos dois anos em conjunto. Ocorre que a diferença gera uma despesa de mais de R$ ...
Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários