Editorial

As últimas horas têm sido especialmente exigentes na rotina dos goianos, para quem o frio não ocorre com a mesma constância de outras regiões do País.
Mas essa falta de intimidade com as temperaturas baixas não intimida a solidariedade. Reportagem nesta edição mostra que associações envolvidas no monitoramento de moradores em situação de rua estão mobilizadas desde a queda acentuada nos termômetros.

Em que pese o esforço comovente de voluntários, a brutalidade do clima gera demanda maior que a energia solidária. Uma das entidades mais atuantes na área social, a Associação Tio Cleobaldo distribuiu rapidamente mil cobertores na noite de ontem, a pessoas que se aglomeram em frente à sede, atrás de ajuda. Por isso, é importante que todos vejam como ajudar, no serviço da página 11.

Há também ações do poder público, como a abertura dos alojamentos femininos e masculinos no Ginásio Internacional Newton de Faria pela prefeitura de Anápolis para quem não tem onde dormir. A população em situação de rua pôde tomar banho quente, dormir em camas com colchões, travesseiros e cobertores. São ações coletivas como essas, auxiliadas por todos, que permitem que a noite de muitos seja menos sofrida do que se anunciava.

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