Editorial

Além da dor de famílias enlutadas pelo morte de mais de 500 mil pessoas em decorrência da Covid, o País terá de enfrentar a série de sequelas que se manifestam em outras milhares de pessoas. São os efeitos da pós-doença em quem foi vítima de casos graves.

Reportagem nesta edição mostra algumas situações mais comuns, que indicam a importância de cuidados terapêuticos depois da alta hospitalar, outro grande desafio da saúde pública a ser encarado de imediato. O cenário reforça ainda mais a necessidade de prevenção e a urgência da vacinação em massa, que garanta a redução de casos, sequelas e mortes. Por isso, junto com as medidas já fartamente conhecidas pela população, mas ainda desrespeitadas, é preciso pressão dos governos para assegurar um volume suficiente de doses, atingindo o mais rápido possível toda a população adulta, antes que surjam mais variantes que escapem da proteção vacinal.

Goiás recebeu uma remessa importante de imunizantes na semana passada, o que permitiu avançar na faixa etária. No entanto, ainda estamos caminhando em passos lentos, com menos de 10% da população beneficiada com as suas doses no Estado, cinco meses após iniciada a vacinação em Goiás.

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