Editorial

O desafio da vacinação desde sempre se apresentou grandioso. Embora o Brasil se notabilize mundialmente pelas campanhas de imunização em massa, sabedoria parcialmente dilapidada pelas hesitações de cunho ideológico vindas de Brasília, a empreitada já nasceu com desafios.

Em que pese o ritmo lento e oscilante, a vacinação avança e impõe obstáculos tecnológicos e logísticos, aos quais só uma gestão verdadeiramente eficiente pode responder.

Conforme as faixas etárias mais baixas são chamadas para a aplicação da primeira dose, aumenta tanto o contingente de pessoas, por questões demográficas, quando a pressão por eficiência, na medida em que são cidadãos mais ativos nas redes sociais. O aplicativo da Prefeitura, por exemplo, sofre críticas pela instabilidade e ausência de satisfação sobre a impossibilidade de agendamento.

Mas há também boas iniciativas, como a ideia de um drive thru 24 horas para diluir as filas de pessoas que, dentro de seus carros, esperam por horas o momento da imunização. Dada a urgência desse tema, é fundamental que as melhores inteligências do setor público estejam empenhadas nesse esforço de oferecer soluções para a única saída possível da crise.

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