Editorial

Sexta-feira, depois de um hiato no qual as três maiores cidades do Estado ficaram sem estoques ou atuando em estratégias residuais, no que se configurou um apagão de vacinas, uma torrente de boas notícias sobre a imunização se instalou.

 capital, por exemplo, conseguiu baixar a faixa etária para 45 anos. Há meses, salvo no seio de negacionistas que contribuem na prática ou intelectualmente para o atual estado das coisas, a vacina se mostra como a saída para a crise. É salutar, pois, que se saúde esse momento.

Mas como a imunização da totalidade da população adulta ainda está distante, é literalmente vital que todos nos mantenhamos vigilantes, sobretudo em respeito aos que ainda não se vacinaram.

A vacina, por ora, não é salvo conduto para a retomada de tudo. País que se notabilizou pela prevenção com vistas à vacina, Israel, dez dias depois de derrubar a exigência do uso de máscaras em espaços fechados, voltou atrás na sexta-feira. Tudo em razão do aumento no número de infecções pelo coronavírus atribuído à variante delta, altamente contagiosa.

A luta ainda é longa, mas, diante do andar recente da vacinação, podemos também nos energizar de anticorpos e respeito, até que tudo enfim seja superado.

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