Denise Perilo, 53 anos, era capaz de esticar o caminho, dando uma volta imensa, quando avistava, mesmo de longe, um cachorro. O medo, herança do pai, Jales, acompanhava a servidora pública desde criança. “Ainda menino, ele foi mordido e nunca conseguiu se aproximar dos cães, independente do porte. Crescemos ouvindo que o animal era perigoso e por isso, quando me casei,...