O goleiro costuma ser, quando tudo está perdido, a esperança derradeira, o último suspiro, a salvação. Nele, reside a possibilidade da sobrevida, da recolocação do time em condições de fazer algo na partida. Neste sábado (31), essa lei da vida, e do futebol, se fez valer com o ágil e frio Kozlinski, de 28 anos. Numa tarde de atuação apática, o Atlético venceu o São Be...
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