Editorial

Semana passada, depois de 130 dias de seca, as primeiras chuvas trouxeram alívio térmico na mesma medida da apreensão sobre a infraestrutura da capital para lidar com a estação. Isso porque, segundo reportagem na edição do dia seguinte, 26 de setembro, a cidade viveu contratempos que vão de 20 cruzamentos fechados por semáforos inoperantes a uma densa espuma que cobriu o Parque Cascavel. Foi só uma amostra de transtornos que, ano a ano, insistem em se repetir.

Nesse aspecto, é fundamental que Goiânia anteveja esses efeitos, no sentido de minimizá-los. Reportagem na edição de ontem destacou um trabalho nesse sentido, deflagrado a partir de um levantamento nos principais parques municipais. O estudo identificou árvores doentes e com risco aos frequentadores no Bosque dos Buritis, Areião, Lago das Rosas, Bernardo Élis e Macambira. Dessas, 91 foram extraíaos e 10 passam pelo processo agora, antes da consolidação das chuvas.

A regularidade observada no manejo da flora urbana mostra que, em alguns aspectos, a prevenção contra o período chuvoso se faz presente. É importante, pois, que seja uma constante dos gestores públicos.

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